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NOTA DE REPÚDIO AO PROJETO DE LEI n.4.924/2016.


Carta aberta de repúdio ao projeto de lei de n 4.924/2016.


Nós, diretores e gestores da instituição ABRAVAC, Associação Brasileira de Vítimas de Vacinas e Medicamentos, inscrita sobre CNPJ; 41369488000106.

Fomos pegos de surpresa com a votação do Projeto de Lei 4924/2016.

Nossa entidade foi fundada justamente para atender as crianças e adolescentes que foram vítimas das  reações adversas desta vacina. Mesmo buscando informações dos órgãos públicos, até hoje estamos  sem resposta e atenção do poder público.

Neste momento do processo,  recebemos, com assombro e bastante preocupação a notícia do PL que dispõe sobre a expansão da faixa etária dos usuários do SUS, e a obrigação de se submeter a vacinação da vacina anti HPV.

Se o intuito da vacina é aumentar a proteção dos adolescentes que iniciaram suas vidas sexuais com baixa idade, entendemos que  há outros mecanismos que poderiam estar sendo utilizados para prevenir essa inicialização sexual precoce e que a vacinação não é a mais importante controle.

Falta no projeto de lei  a definição e a identificação dos chamados efeitos adversos e quem serão os responsáveis no caso de possível reações.

Aumentar e obrigar a cobertura vacinal como forma de uma pseudopolítica pública significa também  violar as garantias fundamentais do cidadão, (expressas na Constituição Federal) de liberdade de expressão, disfarçada de política de saúde.

Entendemos que não há um debate maduro sobre o tema e principalmente sobre as consequências, e por isso, da forma com a qual está sendo conduzido o processo de votação a ABRAVAC se coloca contra e espera que seja ampliada a participação de outros atores, motivo pelo qual se mostra contrária a aprovação do projeto.

Nossa entidade é a prova material dos equívocos e do abandono por parte do poder público e da negligência com familiares e para que essa história nunca mais se repita, estamos aqui publicamente demonstrando nossa contrariedade a este projeto seja pela forma quer seja pelo conteúdo.

Nesse post logo abaixo temos diversos links de estudos sobre o risco dessa inoculação, para aqueles que desejam se informar.


Att

Edilene dos Santos Conceição

Presidente



700 mulheres na Colômbia vacinadas com Gardasil (vacina anti-HPV) processam a Merck em US$ 160 milhões: pesquisador aconselha meninas na Armênia a entender os riscos. Veja a reportagem no link:


Ações judiciais contra a vacina anti-HPV nos Estados Unidos: https://www.lanierlawfirm.com/gardasil-vaccine-lawsuit/


Em 2006 foi introduzida a vacina anti-HPV e, ao contrário do que apregoava e esperava, paradoxalmente a incidência de câncer de colo uterino padronizada na população geral não diminuiu desde o início da vacinação nesses países. Leia no link:


Fraude e ações judiciais contra a Merck, produtora da vacina anti-HPV Gardasil: https://www.collinslaw.com/blog/gardasil-lawsuits-link-vaccine-to-health-risks/


Centenas de meninas colombianas hospitalizadas após vacinação anti-HPV, assista:

https://www.youtube.com/watch?v=1307z5xltrU



Estudos feito pela Dra Maria Emília Gadelha :

TCC VACINA ANTI-HPV 2020 - DRA. MARIA EMILIA GADELHA SERRA - VERSÃO FINAL
.pdf
Download PDF • 6.51MB

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